
MAC Niterói apresenta a mostra coletiva 'A coisa dRag'
O Museu de Arte Contemporânea de Niterói - MAC - apresenta a exposição A coisa dRag , coletiva que exibe obras associadas ao universo Drag como abordagem política, estética e discursiva. Reunindo artistas emergentes e consolidados no circuito da arte brasileira, a mostra apresenta obras relacionadas ao fenômeno drag e seus elementos de transgressão.
10 MAR 202615h00CulturaMAC Niterói
Sobre o evento
O Museu de Arte Contemporânea de Niterói - MAC - apresenta a exposição A coisa dRag, coletiva que exibe obras associadas ao universo Drag como abordagem política, estética e discursiva. Reunindo artistas emergentes e consolidados no circuito da arte brasileira, a mostra apresenta obras relacionadas ao fenômeno drag e seus elementos de transgressão.
Com abertura para o público no dia 7 de março, sábado, às 10h, a mostra coletiva reúne produções de 35 artistas brasileiros, sob curadoria de Sandro Ka. A realização é do Ministério da Cultura, Governo do Brasil.
O conjunto de obras apresenta um recorte da produção de artistas atuantes em diversas partes do país e em múltiplas linguagens, que tomam o universo drag como referência ou ponto de partida para suas criações, como Amorim, Carambola, Cassandra Calabouço, Efe Godoy, Sarita Themônia, Karine Mageste, Lia Menna Barreto, Rafa Bqueer, Renato Morcatti, Tatiana Blass e Thix, entre outres.
Tratam-se de propostas que assumem formas performativas, discursivas e visuais, de tensionamento e provocação. A exposição é resultado de um mapeamento de artistas e obras realizado desde 2024, por meio de uma pesquisa desenvolvida na Escola de Belas Artes da UFMG.
Como mote curatorial, a "dragficação" é entendida como uma lente para a compreensão da arte contemporânea, presente em temáticas, práticas e elementos imagéticos e discursivos em obras e poéticas artísticas que tomam o fenômeno drag como zona de criação ou que, a esse universo estético, se associam ou são livremente associados. As obras apresentadas reforçam zonas de tensão, seja em seus discursos ou na visualidade que evidenciam. Elas refletem críticas a padrões, valores e convenções sociais relacionadas ao corpo, ao gênero, ao território e à cultura. Como visualidade e conceito, as obras elaboram-se a partir da mistura/montagem de elementos dos mais variados contextos e significados, produtores de estranhamentos, contradições e rupturas de limites e padrões estabelecidos tanto na sociedade, quanto na arte.
Participam da exposição: Adriano Basilio, Amorim, André Venzon, Augusto Fonseca, Avilmar Maia, Caio Mateus, Camila Moreira, Carambola, Carolina Sanz, Cassandra Calabouço, Cavi Brandão, Cynthia Loeb, Dods Martinelli, Efe Godoy, Elis Rockenbach, Sarita Themônia, Glau Glau, Hugo Houayek, Ítalo Carajá, Karine Mageste, Lai Borges, Lia Menna Barreto, Lorenzo Muratorio, Marcelo Batista, Maria Carolina, Rafa Bqueer, Renato Morcatti, Rodrigo Mogiz, Sandro Ka, Tatiana Blass, Téti Waldraff, Thix, Tolentino Ferraz e Victor Borém.
A mostra fica em cartaz até 7 de junho, de terça a domingo, das 10h às 18h (entrada até 17h30). Ao longo do período expositivo, serão realizadas atividades de ativação, como visitas mediadas e bate-papo com artistas. A entrada é franca.
Curadoria
Sandro Ka é artista visual, professor e pesquisador (EBA/UFMG). Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições no Brasil e no exterior. Entre seus trabalhos em curadoria destacam-se as exposições coletivas A Coisa dRag (CCUFMG, Belo Horizonte/MG, 2025) e Fora da Margem: Panorama Visual das Subjetividades Queer (Galeria do DMAE, Porto Alegre/RS, 2022); e as individuais Nada em Mim é Superfície, de Lorena Bruno (Museu Fama, Itu/SP, 2025), aquilo que não cabe, transborda, de Renato Morcatti (CasaCor Minas, Belo Horizonte/MG, 2025) e enquanto espero a primavera, de Camila Moreira (CCUFMG, Belo Horizonte/MG, 2023). Escreveu os textos de apresentação das exposições máquina/sonho/água, de Cavi Brandão e Iago Marques (Mama Cadela, Belo Horizonte/MG, 2025), Metamorfoses Tecidas: Conexões entre matérias e memórias, de Malu Souza (Minas Clube, Belo Horizonte/MG, 2025) e Fábrica, de Lia Menna Barreto (Galeria Ocre, Porto Alegre/RS, 2024). Atua em Belo Horizonte/MG.
Sobre o MAC
O Museu de Arte Contemporânea - MAC Niterói celebra seu trigésimo aniversário e pela primeira vez conta com apoio da Lei Federal e Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Em março, a abertura do ano contará com quatro movimentos: duas exposições com estreia em 7 de março - A coisa dRag e Individual de Ian Cheibub, uma exposição com início no dia 28 de março - Um Teto, de Luiza Testa e uma exposição que está em cartaz, ELAS, que permanece até 22 de março.
O mês marca a apresentação do museu pelo Ministério da Cultura, Governo do Brasil e pela Prefeitura de Niterói com patrocínio do Itaú Unibanco através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Obra de Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói - espaço administrado pela Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas e Fundação de Arte de Niterói - foi inaugurado no dia 2 de setembro de 1996, para abrigar as obras da importante coleção de João Sattamini. O Museu, que em 2016 passou por uma reforma inédita de modernização, completa 30 anos este ano e pela primeira vez conta com apoio da Lei Federal e Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Belo e absolutamente surpreendente, se abrindo como uma flor, o museu conta também com a Coleção MAC Niterói, com obras de arte incorporadas ao acervo por meio de doações de artistas que ali fizeram exposições. Na primeira entrada, fica o pavimento de recepção e administração. Logo acima, o segundo pavimento abriga o salão central de exposições envolto por uma varanda circular envidraçada, destinada também a mostras, e, acima, o mezanino, totalizando uma área de mil metros quadrados, de onde se pode admirar a paisagem panorâmica da Baía de Guanabara. No subsolo, o visitante encontra um auditório para 60 espectadores.
Nesses 30 anos, foram recebidas mais de 2.800.000 pessoas no museu, nomes como David Bowie, Juliette Binoche, o ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, entre outros, estiveram no equipamento e deixaram seu relato no livro de ouro. Foram realizadas mais de 185 exposições ao longo desses anos.
Serviço
Exposição: A coisa dRag
Abertura: Sábado, 07 de março de 2026
Período expositivo: até 07 de junho de 2026
Horário de visitação: Terça a domingo, das 10h às 18h (entrada permitida até 17h30)
Classificação indicativa: Livre
Ingressos:
Inteira: R$20
Meia-entrada: R$10 (pessoas com mais de 60 anos, estudantes de escolas particulares e universidades, ID Jovem)
Gratuidades: Crianças menores de 7 anos, estudantes da rede pública (ensino fundamental e médio), moradores e naturais de Niterói, servidores públicos municipais de Niterói, pessoas com deficiência, visitantes que chegarem ao museu de bicicleta.
Entrada gratuita para todos às quartas-feiras.
Bilheteria: Venda exclusivamente presencial, pagamento apenas em dinheiro.
Observações: Não é permitido circular no museu com comida, bebida, bolsas e mochilas de porte médio ou malas. Há guarda-volumes gratuito, sujeito à lotação.
Local: MAC Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº - Boa Viagem - Niterói - RJ
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Com abertura para o público no dia 7 de março, sábado, às 10h, a mostra coletiva reúne produções de 35 artistas brasileiros, sob curadoria de Sandro Ka. A realização é do Ministério da Cultura, Governo do Brasil.
O conjunto de obras apresenta um recorte da produção de artistas atuantes em diversas partes do país e em múltiplas linguagens, que tomam o universo drag como referência ou ponto de partida para suas criações, como Amorim, Carambola, Cassandra Calabouço, Efe Godoy, Sarita Themônia, Karine Mageste, Lia Menna Barreto, Rafa Bqueer, Renato Morcatti, Tatiana Blass e Thix, entre outres.
Tratam-se de propostas que assumem formas performativas, discursivas e visuais, de tensionamento e provocação. A exposição é resultado de um mapeamento de artistas e obras realizado desde 2024, por meio de uma pesquisa desenvolvida na Escola de Belas Artes da UFMG.
Como mote curatorial, a "dragficação" é entendida como uma lente para a compreensão da arte contemporânea, presente em temáticas, práticas e elementos imagéticos e discursivos em obras e poéticas artísticas que tomam o fenômeno drag como zona de criação ou que, a esse universo estético, se associam ou são livremente associados. As obras apresentadas reforçam zonas de tensão, seja em seus discursos ou na visualidade que evidenciam. Elas refletem críticas a padrões, valores e convenções sociais relacionadas ao corpo, ao gênero, ao território e à cultura. Como visualidade e conceito, as obras elaboram-se a partir da mistura/montagem de elementos dos mais variados contextos e significados, produtores de estranhamentos, contradições e rupturas de limites e padrões estabelecidos tanto na sociedade, quanto na arte.
Participam da exposição: Adriano Basilio, Amorim, André Venzon, Augusto Fonseca, Avilmar Maia, Caio Mateus, Camila Moreira, Carambola, Carolina Sanz, Cassandra Calabouço, Cavi Brandão, Cynthia Loeb, Dods Martinelli, Efe Godoy, Elis Rockenbach, Sarita Themônia, Glau Glau, Hugo Houayek, Ítalo Carajá, Karine Mageste, Lai Borges, Lia Menna Barreto, Lorenzo Muratorio, Marcelo Batista, Maria Carolina, Rafa Bqueer, Renato Morcatti, Rodrigo Mogiz, Sandro Ka, Tatiana Blass, Téti Waldraff, Thix, Tolentino Ferraz e Victor Borém.
A mostra fica em cartaz até 7 de junho, de terça a domingo, das 10h às 18h (entrada até 17h30). Ao longo do período expositivo, serão realizadas atividades de ativação, como visitas mediadas e bate-papo com artistas. A entrada é franca.
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Curadoria
Sandro Ka é artista visual, professor e pesquisador (EBA/UFMG). Doutor e mestre em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Desde 2003, realiza exposições no Brasil e no exterior. Entre seus trabalhos em curadoria destacam-se as exposições coletivas A Coisa dRag (CCUFMG, Belo Horizonte/MG, 2025) e Fora da Margem: Panorama Visual das Subjetividades Queer (Galeria do DMAE, Porto Alegre/RS, 2022); e as individuais Nada em Mim é Superfície, de Lorena Bruno (Museu Fama, Itu/SP, 2025), aquilo que não cabe, transborda, de Renato Morcatti (CasaCor Minas, Belo Horizonte/MG, 2025) e enquanto espero a primavera, de Camila Moreira (CCUFMG, Belo Horizonte/MG, 2023). Escreveu os textos de apresentação das exposições máquina/sonho/água, de Cavi Brandão e Iago Marques (Mama Cadela, Belo Horizonte/MG, 2025), Metamorfoses Tecidas: Conexões entre matérias e memórias, de Malu Souza (Minas Clube, Belo Horizonte/MG, 2025) e Fábrica, de Lia Menna Barreto (Galeria Ocre, Porto Alegre/RS, 2024). Atua em Belo Horizonte/MG.
Sobre o MAC
O Museu de Arte Contemporânea - MAC Niterói celebra seu trigésimo aniversário e pela primeira vez conta com apoio da Lei Federal e Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Em março, a abertura do ano contará com quatro movimentos: duas exposições com estreia em 7 de março - A coisa dRag e Individual de Ian Cheibub, uma exposição com início no dia 28 de março - Um Teto, de Luiza Testa e uma exposição que está em cartaz, ELAS, que permanece até 22 de março.
O mês marca a apresentação do museu pelo Ministério da Cultura, Governo do Brasil e pela Prefeitura de Niterói com patrocínio do Itaú Unibanco através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Obra de Oscar Niemeyer, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói - espaço administrado pela Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas e Fundação de Arte de Niterói - foi inaugurado no dia 2 de setembro de 1996, para abrigar as obras da importante coleção de João Sattamini. O Museu, que em 2016 passou por uma reforma inédita de modernização, completa 30 anos este ano e pela primeira vez conta com apoio da Lei Federal e Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Belo e absolutamente surpreendente, se abrindo como uma flor, o museu conta também com a Coleção MAC Niterói, com obras de arte incorporadas ao acervo por meio de doações de artistas que ali fizeram exposições. Na primeira entrada, fica o pavimento de recepção e administração. Logo acima, o segundo pavimento abriga o salão central de exposições envolto por uma varanda circular envidraçada, destinada também a mostras, e, acima, o mezanino, totalizando uma área de mil metros quadrados, de onde se pode admirar a paisagem panorâmica da Baía de Guanabara. No subsolo, o visitante encontra um auditório para 60 espectadores.
Nesses 30 anos, foram recebidas mais de 2.800.000 pessoas no museu, nomes como David Bowie, Juliette Binoche, o ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, entre outros, estiveram no equipamento e deixaram seu relato no livro de ouro. Foram realizadas mais de 185 exposições ao longo desses anos.
Serviço
Exposição: A coisa dRag
Abertura: Sábado, 07 de março de 2026
Período expositivo: até 07 de junho de 2026
Horário de visitação: Terça a domingo, das 10h às 18h (entrada permitida até 17h30)
Classificação indicativa: Livre
Ingressos:
Inteira: R$20
Meia-entrada: R$10 (pessoas com mais de 60 anos, estudantes de escolas particulares e universidades, ID Jovem)
Gratuidades: Crianças menores de 7 anos, estudantes da rede pública (ensino fundamental e médio), moradores e naturais de Niterói, servidores públicos municipais de Niterói, pessoas com deficiência, visitantes que chegarem ao museu de bicicleta.
Entrada gratuita para todos às quartas-feiras.
Bilheteria: Venda exclusivamente presencial, pagamento apenas em dinheiro.
Observações: Não é permitido circular no museu com comida, bebida, bolsas e mochilas de porte médio ou malas. Há guarda-volumes gratuito, sujeito à lotação.
Local: MAC Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº - Boa Viagem - Niterói - RJ
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